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onedayidie asked: Porque não pode assistir videos terminados em AVI???? ---'

AVI é o formato de video que a maioria dos videos macabros e amaldiçoados estão, se tiver coragem assista

Pacto com o Diabo

Tudo começou quando minha avó morreu. Ela tinha 98 anos, mas sua idade não estava relacionada com sua morte, como todos presumimos quando recebemos a ligação. Eu estava sentado com minha linda esposa, Cristine e meus três filhos, Anna, Sophie e Joseph, que estavam na pré-adolescência e adolescência, sendo que Sophie era a mais jovem, aos onze anos e Anna era a mais velha, quinze anos. Era uma noite normal na Flórida com o sol brilhando por entre as janelas aberta e os pássaros cantando alegremente. Então o telefone tocou.

“Alô?” eu disse.

“John, é você?” Minha irmã amanda perguntou, triste.

“Sim, sou eu. O que está acontecendo?”

“A vovó está morta, John. Eu a encontrei essa manhã. Foi tão horrível,” minha irmã explicou entre soluços.

Eu estava quieto, incerto sobre o que dizer. O silêncio desagradável se instalou em mim e na minha famîlia, seus olhos fitavam meu rosto como se já estivessem me perguntando.

“Você está aí? Merda, eu não sei o que fazer, só venha pra cá, por favor. Me ajuda e resolver as coisas.” Amanda implorou.

“Tudo bem, estarei aí daqui a pouco.” Eu respondi.

“Ah, e John, não traga Christine e as crianças,” ela avisou, desligando o telefone logo depois.

Seu último pedido foi dito em um tom inquietante, me deixando preocupado sobre o que eu estava para ver.

“O que está acontecendo, querido?” Christine perguntou, parecendo preocupada.

“Bom, temo ter más notícias. Vovó June faleceu.”

Sophie e Joseph suspiraram tristemente e Sophie explodiu em lágrimas.

“Cala a boca, Sophie, todo mundo morre. Já era hora, também, ela era velha pra caralho,” Anna falou em repulsa.

“Veja bem o que fala, senhorita!” Eu gritei com ela.

Ela revirou os olhos e suspirou teatricalmente, caminhando a passos largos para o quarto, bradando “Você é nervoso demais!”, enquanto batia a porta. Sem querer lidar com ela, eu disse adeus à minha família e fui à casa de minha avó.

Quando cheguei lá, Amanda estava sentada na varanda, seu rosto estava esverdeado. Um cheiro forte penetrou em meu nariz enquanto eu subia as escadas. Quando abri a porta, a visão me chocou.

O corpo de minha avó estava espalhado pelo chão em pedaços grotescos. Suas pernas haviam sido rasgadas, a pele estava pendurada, os ossos estavam quebrados como se alguém os tivesse torcido, pequenos cacos estavam emperrados nos músculos. Seus braços pareciam similares, exceto por um símbolo estranho, como uma caveira com uma cascavel atravessando as cavidades oculares com o rabo pendurado para fora da boca. E seu tronco, oh Deus, eu não sei se consigo descrever sem ficar enjoado. O estômago parecia ter sido arrancado para fora por alguma criatura com garras grandes e afiadas. Seu coração havia sido cortado e costurado ao lado externo de suas costelas e a pele foi queimada com a mesma estampa que havia sido cravada em seu braço. A cabeça estava na mesa de café, de frente para o grande espelho da sala. Seus olhos vazios me fitavam do espelho e seu olhar aprecia me seguir onde quer que eu fosse. Sua mandíbula havia sido arrancada a deixada no chão. Shocado, eu tentei sair do cômodo, mas algo chamou minha atenção enquanto eu passava pelo corpo.

No buraco do estômago de minha avó, eu encontrei uma carta dobrada em formato quadrado. Desdobrei-a cuidadosamente, com medo do que poderia estar escrito no papel. Enquanto olhava, eu vi as palavras “Leia meu diário se tiver coragem”, com a caligrafia de minha avó. As letras eram vermelhas. A carta havia sido escrita com sangue.

Eu voltei à varanda, em silêncio, e entreguei o papel a Amanda. Ela leu em voz alta, fracamente e então começou a chorar de novo. Eu entrei novamente e fui a seu quarto.

O quarto era verde pálido, e havia um lençol, cinza com flores em tom pastel estampadas nele, cuidadosamente dobrado na cama, e uma grande estante de livros feita de mogno na parede de trás. Eu procurei na estante e, talvez depois de meia hora, achei um caderno azul, grosso com o nome June Henderson e os anos 1930-1931 escritos em prata.

O primeiro mês no diário era normal para uma menina de dezessete anos, mas então as coisas começaram a ficar obscuras. A primeira anotação que chamou minha atenção era levemente perturbadora.

Queridíssimo diário:

Hoje eu vi um homem lindo. Ele tinha cabelos e olhos negros, e sua pele era branca e radiante. Aqueles olhos pareciam ter olhado diretamente para minha alma quando encontraram os meus, na mercearia. Eu tive esse sentimento estranho pra mim, que nunca havia vivido um relacionamento, que me disse que eu faria tudo que pudesse para ficar com ele, mesmo se isso destruísse as meninas que viessem em meu caminho.


Estranhando, continuei passando as páginas.

Queridíssimo diário,

O homem falou comigo! Digo, ele falou comigo de verdade. E ele me chamou para um encontro! Oh, mal posso esperar para sair hoje à noite, vai ser tão incrível, eu estou tão feliz que nenhuma garota tentou atravessar meu caminho, teria sido tão horrível para elas,o que eu faria a elas…

Queridíssimo diário,

O encontro foi maravilhoso! Seu nome é Alexander, não é um nome interessante? Ele parecia me entender, realmente saber quase tudo sobre mim. Ele parecia estar realmente interessado em mim. Ele até me pediu para assinar minha alma a ele, eu não pude fazer nada além de ficar feliz, então é claro que eu assinei! O contrato apenas dizia que eu era dele e apenas dele, e haveria severas consequências se eu quebrasse o contrato, o que eu achei um pouco estranho, considerando que eu não sabia do que ele falava.

Eu me senti enjoado enquanto lia essas anotações em particular, elas ficaram guardadas na minha mente. Por que minha avó passaria sua alma para outra pessoa?

Queridíssimo diário,

Hoje, eu conheci outro homem, e nós somos muito parecidos. Ele parece ótimo. Eu só temo dar a notícia a Alexander. Talvez eu não tenha que fazê-lo, então. Ele não saberá se eu tomar cuidado, cérto? Eu acho que não. O homem que eu conheci hoje tem olhos da cor do céu no verão e cabelo louro como trigo. Sua pele é perfeitamente bronzeada. Eu gosto do Henry, de verdade.

Queridíssimo diário,

Eu fui pega por Alexander, hoje. Eu estava escrevendo uma carta para meu Henry, e ele viu. Eu senti um medo inexplicável quando ele leu aquilo, como se eu estivesse realmente em perigo. Aquilo me fez pensar sobre aquele contrato bobo.

Queridíssimo diário,

Estou assustada. Eu estou com Henry agora, mas as palavras de Alexander ainda me perturbam. “Espere, mulher, apenas espere até que você tenha quase me esquecido, até você pensar que eu fui embora de sua vida. Eu vou voltar, June, e no dia que eu voltar, você vai se arrepender.”

Eu procurei por outras anotações, mas eram apenas coisas normais sobre sua vida com Henry, que era meu avô. Quando eu ia fechar o livro, eu percebi que havia algo escrito na contracapa. Uma anotação da noite passada.

Queridíssimo diário,

Eu acho que ele está de volta. Eu vi seus olhos no espelho. Eu o vi do lado de fora da minha janela. Eu estou o vendo em todo lugar. Eu acho que dei minha alma para o demônio. Ele me fez matar meu gatinho, como se minha alma estivesse sob seu controle. Foi tão horrível. Eu a enterrei no quintal. Eu sei que o demônio me achou e eu sei que não estou salva. Eu só me pergunto por que ele voltou só agora, depois de 81 anos. O que ele vai fazer comigo?

Eu deixei o livro cair no chão, em choque, e peguei de volta cuidadosamente, colocando-o de volta na estante, quando algo na parede me chamou a atenção. Haviam palavras escritas na parede e estavam tão claras que eu tive de forçar a visão para vê-las. 

As palavras eram “Eu disse que voltaria, June. Sua alma ficará comigo para sempre, no inferno.”

A verdadeira “Alice no País das Maravilhas”

Que o conto “Alice no País das Maravilhas” é completamente bizarro e cheio de fantasias, não se pode negar; e talvez seja por isso que a história conquiste tantas pessoas. O fato é que, por trás de toda a fantasia, há um fato sádico que não foi contado para muitos. Veja a seguir. 

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A história por trás dos contos.

Você sabia que todos aqueles contos de fadas que você lia quando pequeno, ou quando seus pais contavam para você, são apenas adaptações infantis? As histórias reais são de arrepiar, e como toda história de terror, tem o seu tom de melancolia, o que acompanha todos os contos em cada versão. Acompanhe a seguir a verdadeira história de “A Bela Adormecida”. 

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Perdido. Correndo. Sangrando. Correndo. Perdido. Louco.

Acho melhor explicar o que tal homem fez para estar naquele estado:

Não estava arrependido. Estava… Estava… Se divertindo. Arrepender-se do que? Ela pediu, não foi? Sim ou não. Ela estava morta. Eu a matei e agora está aqui na minha frente. Aquele homem começara a rir loucamente. Estava se divertindo ao ver o sangue acumulando embaixo da cabeça estourada da mulher. E nada o impediu de seguir até o próximo apartamento, bater na porta e educadamente entrar. Trancou a porta observando a dona do lugar com olhos espantados e esbugalhados. “O que você quer?”. Ele riu como nunca. Agarrou a mulher pelos cabelos e a jogou na parede da cozinha. “ONDE DIABOS VOCÊ GUARDA A DROGA DAS VELAS?” “Na-na gaveta…”. A voz da senhora antes orgulhosa e até sútil, matinha um tom rouco. O homem misterioso achou as velas. Buscou uma panela. Acendeu o fogão e colocou quatro velas dentro. O homem voltou-se para sua próxima vitima. Começou a falar:

-Você está com medo? Acho bom que fique mesmo. Você deve estar se perguntando o porque de eu estar fazendo isso, não é? A resposta é simples, prazer, não hánada mais prazeroso do que ver sua vitíma morrer lentamente implorando por sua vida. Não se preocupe vou ser delicado ao fazê-la entender como é o meu mundo de escuridão eterna, serei carinhoso ao fazer de sua alma, somente mais uma vitíma escandalosa que implorou por sua vida nas minhas mãos. 
Ela começara a gritar desesperadamente, as velas já estavam se tornando cera. Ele entrava em puro extase com aqueles gritos. 

-Oh, sim! Grite! GRITE MAIS! Ninguem a escuta! Hahahaha, foi abandonada como eu! ABANDONADA! Sozinha, um lixo inutil, inerte e condenado. Dói, não é? Pois bem, pena que já não pode mais me ver, - Ele acabava de fincar o garfo nos olhos de sua querida vitíma - realmente uma pena. Que tal jogar cera quente em sua garganta? Hã? Seria interessante, imagine só: Queimando e te deixando sem ar enquanto a cera seca com sua própria e deficiente respiração. Vc estaria se auto condenando! - “Como eu.”, pensou. Mas isso não o impediu de pegar a panela e ao jogar cera e metais quentes não só na garganta mais eu toda parte do corpo de sua vitima ele ficava cada vez feliz, satisfeito.

- Hey, porque parou de gritar? a cera esta te incomodando? hey,HEEEY GRIITE, GRRRRIIIIIIIIITEEEE - Ai ele percebeu, que ja havia se esgotado o tempo de vida, que o corpo da vitima não aguentou mais torturas, ele riu até perceber que sua brincadeira tinha acabado, até ficar com raiva e começar a correr coberto de sangue pra achar outra casa, outra pessoa sozinha, outra vitima.